“Heaven” Onde tudo “Já é!”

PQP!!!
São 00:46 e eu tive que escrever isso aqui agora.
Tô com medo, mas sigo em frente.
Com pensamentos sobre a resistência em minha mente,
lembro-me do exercício que eu criei já experimentando-o há algumas horas atrás.
Eu disse a mim mesma com muita firmeza (e em inglês!):

“Taí! Eu tenho um desejo agora! Eu quero ir nesse exato instante, lá no ponto da minha vida onde todos (ou quase todos) os meus desejos do presente estejam realizados! Quero saber o que estou sentindo, o que estou pensando, pra pensar assim agora e nos meus momentos que seguem!”

Fechei os olhos, inspirei profundamente e expirei…e, estava lá.
A música do Jazz Liberators que tocava, falava do que eu sentia. Foi foda! Eu estava entendendo tudo o que estava acontecendo. Estava completamente presente. E com muita firmeza e amorosidade eu disse a mim mesma todo o proceder! Simples e foda ao mesmo tempo.
(…)
E a mensagem final foi FÉ!
Tem músicas na minha vida que vem bater em mim de uma forma diferente só depois de muito tê-la ouvido e cantado.
Aí é gostoso porque eu ouço e canto de um jeito diferente e novo.
Esse é um som que eu ouço desde 1997 (VINTE ANOS, eita p*!!!) !!!!!!!!!!!!
Ou seja, eu era uma criança, gente!
E sentia que eu podia cantar.
Que eu podia ser foda.
Mas não pensava em ser foda como uma vaidade.
Eu queria sentir o prazer de ouvir minha própria voz imprimindo uma personalidade, uma interpretação própria, o navegar dançando na sincronia das notas…
Eu segui por um tempo nesse caminho, e em algum momento que minha mente se recusa há anos a se lembrar, eu simplesmente parei. Desisti.
Ops…
Lembrei o momento agora! (c**!)…
Mas não lembro o motivo…ou quase!
(…)
Droga! Lembrei!
Mas não quero admitir!
É um pouco difícil de acreditar, de tão idiota que é!
Tantos anos reforçando algo que não tem sentido nenhum!!!
Como a mente tem artifícios naturais para nos afastar do que possa ser talvez a nossa maior luz!
O convite hoje é para revisitar nossas crenças limitantes.
Com alguma insistência, paciência e dedicação é possível chegar na raiz onde tudo começou. E então reprogramar tudo.
Onde há uma frase negativa pronta a respeito de algo que amamos/desejamos ser/conseguir, podemos substituir por uma afirmação positiva para nos acostumarmos a ser quem somos longe de julgamentos excessivos.

E o som que eu me referia, é “Heaven” das All Saints.
Parece que a letra dessa música tá falando do que eu vivo hoje.
Essa foi a primeira música que cantei na minha primeira aula de canto.
Em 2002.
Eu tinha 16.
Cantei sem saber.
Só cantei o que sentia.
Parecia que não era eu.
E eu, simplesmente não sei o que aconteceu.

Senti uma tontura agora, como um giro no tempo, e parei aqui de volta escrevendo.
Enfim!
Solto esse texto aqui, e FÉ!
Simplesmente.

Recomeçando do 1

Socorro socorro!

Tô passando mal mas sou do tipo que busco auto medicação antes de correr pro pronto socorro!
Tentei três tipos diferentes até agora, mas o efeito não foi dos melhores. Tô me sentindo dopada agora, e só me veio na cabeça de novo escrever.

(Momento dramático esse. Passou.)

As regras! Problema filho da puta que eu tenho com as regras!

[Putz! a luz piscou. como meu computador tá sem bateria, desligou. Demora muito até iniciar de novo. Vou cantar. Que música? “Roses”. Foi aí que entendi tudo. Foi emocionante. Volto a escrever aqui. Ainda bem que o draft tava salvo.]

Um anjo me visitou enquanto eu procurava a solução. Mais precisamente, enquanto o computador lento iniciava. Haha
E me dando conta da letra linda da música, esse foi o meu presente!

Já aprendi a organizar e limpar as coisas fazendo o mesmo com a alma.
Escrever até sarar veio antes.
Depois o silêncio curativo…
Hoje estou disposta a praticar o desenho curativo!

♪ “When I’m down, I just draw some roses”…♫♪

Desde domingo da semana passada eu comecei desesperadamente fazendo o desafio #30ideiasEm30dias (na verdade nem foi tão desesperado porque eu fiquei 2 dias pensando e planejando O QUE eu faria!)
Quando achei ter encontrado a solução ideal, comecei.

Mas as coisas ainda ficaram meio soltas.
Comecei registrando as bolsas que eu estava fazendo, mas logo no 3º dia já mudei de ideia e quis registrar não só as bolsas, mas o que eu tivesse feito no dia. Quebrei a primeira regra e tudo bem! Já não registrei bolsa aquele dia. Registrei bracelete.

No 4º dia, como eu não tinha costurado nem bordado nada, e precisava ter uma alternativa para continuar fazendo o desafio também quando eu estivesse na rua, comecei a desenhar as fotos do livro “Cadernos Etíopes” de J.R. Duran. Aaah legal pra treinar sombras!
Ah agora eu estou treinando sombras. Nem tava preocupada mais quando voltaria a registrar as bolsas.

No 3º desenho, 2º dentro do desafio, eu fiquei maluca!
Me deixei seduzir pelas minhas próprias ideias que surgiram do evento que eu participei no dia, aí lascou! Como já tinha mudado os horários da rotina que eu havia estabelecido e estava tentando praticar, não sabia mais o que fazer primeiro.
Era pra fazer o desenho, mas já estava na hora do estudo de idiomas!
Tá. Vou fazer o francês, depois faço o desenho.
O inglês eu faço cantando alguma música mais tarde.
Foi antes de terminar o 2º exercício do Duolingo, que, angustiada, me deparei com a frase “pourquoi autant de mots?” e um raio caiu na minha cabeça!
Joguei o celular pro lado, falando: “Foda-se!”, e escrevi dois posts no mesmo dia e já publiquei na hora mesmo. No maior estilo “foda-se” de novo.

Pronto! Já não era mais desenho. Contei a postagem da anotação que fiz em giz pastel como o desafio do dia.
Mas aí já estava demais! Calma. Racionalizei uma outra solução!
São #30ideiasEm30dias então se ao final de 30 dias eu tiver 30 ideias tá certo. Mesmo que eu tenha feito mais de uma em um único dia.
Foi aí que eu vi que tava tudo errado.
Desfoquei. Já tinha passado do horário de novo e eu estava com outras preocupações na cabeça e vontade de estudar sobre outros assuntos que estavam me despertando curiosidade.
E adivinhem… Foi o que eu fiz!
Passei a tarde e a noite estudando até ficar exausta, e fui dormir transtornada, com um monte de assuntos e sentimentos misturados na cabeça.
Não postei desafio nenhum. E foda-se!

Hoje acordei com dor de cabeça e já tinha uns dias que eu não acordava assim.
Melhorou quando estava arrumando o ambiente aqui, mas voltou quando fui começar a fazer algo. Mas estava sem programação. E tendo a perfeita noção de todo o enrosco.
Escuto novamente a videoaula que propôs o exercício/desafio e, além de entender algumas coisas que tinham passado batidas, percebo inclusive que eu não tinha entendido o exercício direito. A parte das REEEEEEGRAS!!!!
Ele tem muitas! Aí embananou tudo e minha mente ligou o blábláblá enquanto a Rafa falava. kkkkk

É preciso criar com a p* de uma LIMITAÇÃO!!!
Logo eu que fugi tanto dela, vejam aonde eu vim parar!
O mundo girou e agora é essa linda que vai me salvar!
Limitação, na real eu te amo, você sabe, né!?

E é no impulso de novo que eu recomeço esse desafio trazendo comigo a minha amiga e agora querida, Limitação.
Ela apareceu hoje aqui e me trouxe rosas!
E assim vocês estão conhecendo a minha ideia 1/30!

Gratidão!

Revisitando a trajetória

Parecia já ser suficiente.
Eu já tinha feito o exercício de olhar para as coisas que fiz, e então tomar decisões importantes na minha forma de trabalhar.
Que tolice achar que esse exercício seria repetitivo.
Mas quando eu me tornei astronauta, me comprometi a fazer todos os exercícios propostos pela comandante da nave, sem resistência gratuita.

A nave que estou falando, é a Espaçonave, escola de empreendedorismo que tem a Rafa Cappai como comandante. Eu ingressei na tripulação da expedição DecolaLab em maio deste ano (2017).

A missão de olhar novamente para minha vida para perceber capacidades, entre uma porção de outras coisas, foi algo desgastante. E pelo que vi, para outros astronautas também.
Enfrentei a resistência, e cumpri a missão.
(Aliás, ainda falta uma pequena etapa.
Uma lista de 15 pessoas que conheço receberá uma mensagem minha nos próximos dias e espero que me ajudem nisso.)
Bom, o que colhi não se resumiu aos momentos “a-ha” durante a tarefa.
Está sendo algo vivo, como se da árvore que eu colhi essas ideias, ainda estivesse florindo e brotando coisas novas, estimuladas por uma mesma ação!
Por isso recomendo fortemente sempre aproveitar as oportunidades de pensar e falar sobre si mesmo. E até buscar uma experiência mais aprofundada, como uma terapia, um coaching, ou simplesmente uma leitura reflexiva, que te convoque para alguma ação.

Percebo que há muito o que fazer, e por isso é necessário ajustar as prioridades e ordenar as ações.
O que faço aqui com esses textos é apenas compartilhar minhas reflexões e experiências.
É uma forma de responder pras pessoas quando me perguntam o que ando fazendo, ou com o quê estou trabalhando.
Bom gente, eu me sinto agora como quem caminha segurando um balão,
que hora tira meus pés do chão, eu dou uma voadinha com ele, e volto a caminhar na mesma linha.
Sabendo o que quero, mas aberta a todas as possibilidades que estejam sintonizadas com a missão principal!
Esse radar, nós só ativamos exercitando o lado direito do cérebro.
Talvez eu esteja sendo abstrata demais.
Mas vamos ter paciência.
Hoje eu preferi assim.

Beijos!

“Pourquoi autant de mots?”

Intro

Insight em tempo real!
Pensando sempre na direção do objetivo, atentando à mala do conhecimento, que trazemos conosco de nossas experiências, é preciso seguir!
Eu sabia que esse desafio ia me provocar coisas grandes.
Tô deixando fluir.
Porque é isso.
O desafio da vida!
Fluir!
Que paradoxo, não?!
Pourquoi autant de mots?” Trouxe esse insight pra mim!
(C** Talita, mas você só fala com esses estrangeirismos aí!!! Qui coisa mitida!)
Dá trabalho falar, né?!
Mas eu gosto de ser assim, sem fronteiras!

Intro 2

Gente, eu passei a vida escrevendo.
Tenho surtos de ficar escrevendo compulsivamente só pra colocar a mente nos trilhos.
Se eu tivesse salvado todos os blocos de notas que eu escrevi nas centrais de call center que eu trabalhei aí na vida, eu certamente já teria um livro bem gordinho.
E antes dos meus dedos bailarem pelos teclados, eu escolhia cuidadosamente papéis, cores de canetas e afins decorativos, para expressar minha angustiada alma de artista que se sentia limitada o tempo todo.
Fazia isso nas páginas dos meus diários. Alguns tenho até hoje.
Ao falarmos de nós mesmos, aprendemos muito!
E como o tempo dá um contorno prismático aos fatos, sempre veremos tudo por uma ótica diferente!
(Quem tem astigmatismo e miopia me entende mais ainda)
Isso dentro de uma mente observadora, mostra mais elementos da situação que possam ter passado despercebidos em outra época. Vai rolando um despertar à medida que você se mantém concentrado/a e avalia.
E hoje eu vejo que avaliar as coisas depois que passa um tempo, nos dá elementos a mais, que contribuem para um julgamento mais amplo de cada situação. Quanto mais tempo passado, mais elementos. O esquecimento vem puxando fios da trama do tecido do acontecimento, e faz com que quando se olhe novamente, o mesmo já contenha uma nova estampa. Assim somos beneficiados pelo esquecimento. É usar uma mesma experiência para aprender mais vezes com ela. É no mínimo muito rico pra ajudar a continuar vivendo no papel de protagonista. Penso que se me distraio, passo tempo sendo coadjuvante, ponta, e até figurante da minha própria vida. Cada um pode optar onde quer estar. Pessoalmente, hoje, prefiro estar ao mesmo tempo no lugar de expectadora assistindo a parte protagonista. Que sou eu também! Tá dando pra entender?

Intro 3

Decidi começar a escrever digitado.
Ainda escrevo bastante em papel.
(Vou confessar que to numa paixãozinha pela minha letra do momento. Ela tá muito gata! Muito charmosa.)
Isso foi depois de tirar a foto da página do livro de sugestões de estripulias, pra fazer o compartilhamento do desafio #30ideiasEm30dias no Instagram.
Digitando a legenda, o comichão do textão foi subindo pelo meu braço e eu parei. Pronto, vou escrever no blog! Já tem tanto tempo! Já tinha dado vontade de escrever durante a semana…
E durante a semana eu me questionei o quanto eu tava conversando só digitado no WhatsApp. São muitas palavras!
Minha voz também quer sair.
Só que é diferente, né!
O raciocício de quando se fala e de quando se escreve acontece diferente.
Numa fala, a gente tem que estruturar o pensamento numa constante em que não se volta atrás pra corrigir. E dentro da cabeça tem outros barulhos pra se passar por cima num ritmo que a comunicação falada pede.
[…pausa para revisão de texto]
(A conclusão da pausa foi: “Foda-se! Vou continuar escrevendo mesmo. Sem censura”)
O legal é fluir! Escrever fluindo também!
E nesse momento se aplica porque escrevo pensando em pessoas amadas!
Por você estar lendo até aqui, COM CERTEZA você é uma! Não importa se eu te conheça ou não. Eu amo quem se interessa por mim. Pela minha história, pelo que eu tenho a compartilhar. Lidando portanto com meus defeitos. Como usar muitas palavras por exemplo.

Intro 4

Só que se você chegou até aqui na leitura de um texto de blog, ufa!
Parabéns guerreiro/a!
Espero que você tenha vindo gingando por entre essas linhas, porque eu quero conversar com você!
Saber dos nossos pontos em comum, e dançando no ritmo de nossas vidas, aprender um com o outro!
E eu vou escrever sem separação de gênero (normalmente escrevendo, na frase acima eu colocaria “o/a” ou “a/o”) porque quando eu falo para um grupo de pessoas eu falo assim. Então só pra fluir, tá?!
E justamente!
Sem me preocupar agora em ser rápida, (preciso explicar isso, ora!)
quero escrever como se eu estivesse falando.
Assim eu me sinto como quando converso no WhatsApp! 😀
Haha… mas não! Vou procurar sim exercitar o meu poder de síntese, e colocá-lo na mesma equipe que a intuição.
Pra falar com todos os meus arrudeios quando couber e nos momentos que eu achar necessário, e também ser direta e até rápida como um tweet!
Quando eu quero ser sabichona as frases ficam looooooongas…
Agora chega! Sem intro 5, eu começo o que eu ia contar nesse post.

Pourquoi autant de mots” significa “Por que tantas palavras”.
Gostei de me ouvir falando isso e quis anotar.
O que faço agora com tantas palavras escritas em minha vida?
Agora eu já sei.
Descobri hoje.
E só por ter lido o texto acima, você é testemunha.

Gratidão!

 

 

Celebrando aprendizados com Tom Zé!

tomze-maior

Yeeee… Nada como os movimentos da vida!!!! \o/

Pouco importa o que aconteceu no período de hiato até aqui!

Importa é o agora e o que segue!

Meu movimento é expansivo, e quase em silêncio, você que está aqui lendo, sentiu isso.

Então já que isso, pra mim, faz de você uma pessoa mais bacana, bora curtir esse som que eu dedico hoje a todos os meus! Como você!!! 😉

Tô bem de baixo pra poder subir
Tô bem de cima pra poder cair
Tô dividindo pra poder sobrar
Desperdiçando pra poder faltar
Devagarinho pra poder caber
Bem de leve pra não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Eu tô te explicando
Pra te confundir
Eu tô te confundindo
Pra te esclarecer
Tô iluminado
Pra poder cegar
Tô ficando cego
Pra poder guiar

Suavemente pra poder rasgar
Olho fechado pra te ver melhor
Com alegria pra poder chorar
Desesperado pra ter paciência
Carinhoso pra poder ferir
Lentamente pra não atrasar
Atrás da vida pra poder morrer
Eu tô me despedindo pra poder voltar

Compositor: Tom Zé

Genial, né?!!!! hahahaha…

O daora da linguagem poética é que a escrita se tornando arte, também dá margem a inúmeras interpretações!

Cada momento em que prestamos atenção num texto desses, nos remete a algo diferente!

Hoje me deu força! Nutriu o que eu trago nos devaneios que vivo e nas conversas que tenho!

Tudo válido! Muito válido! E com o delicioso senso de humor de sempre!!!

♪ ♫ ♪ ♫

Vi também essa apresentação ao vivo dele com o Moska, que eu também aaaaamoooo,

se liga aí!

Eeeeita…

É isso então!

…E esteja atento! A todo tempo estamos te confundindo!!! hahahaha…

É que sempre há um universo maior por trás das intenções de todo artista!!!

Beijo e até a próxima ins-piração!!!

Oficina de Customização na Anhembi Morumbi –errata–

No post anterior publiquei que seria na sala 43 do campus Morumbi.

Hoje saiu a divulgação e vi que na verdade é na 53.

A oficina é gratuita e destinada aos alunos da universidade, de todos os campus.

Pessoas de fora, somente com prévia autorização.

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Como a divulgação no pdf enviado aos e-mails do alunos saiu com alguns erros, não escolham por lá.

Indo direto ao link das inscrições, é possível encontrar esta oficina corretamente.

Apenas é importante lembrar que é preciso levar a peça que deseja customizar.

Na dica de hoje, compartilho esta ideia da Anneorshine com sapatos.

Uma maneira muito simples de trazer informações de tendência para uma peça que você já tem há algum tempo.

E em caso de outras dúvidas, entrem em contato comigo via comentários aqui.

Obrigada,

e até lá!

🙂

Oficina de Customização no Encontro da Escola de Arquitetura, Artes, Design e Moda

Quinta-feira, dia 24 de outubro, às 19:30h será a vez da oficina de Customização integrar a programação do Encontro da Escola de Arquitetura, Artes, Design e Moda 2013.

Este evento ocorre anualmente na Universidade Anhembi Morumbi, a fim de promover a integração dos cursos. É preparada uma semana de programação com oficinas e atividades diversas.

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Em 2011 participei da oficina sobre curadoria de arte na Casa da Xiclet, com a própria, foi muuuuuito legal!!!!!

Em 2012 fiz a oficina de tipografia com a Carla Gibin, que deu várias dicas ótimas!

Enfim. É sempre uma oportunidade de conhecer pessoas legais e aprender algo.

Este ano fiz questão de participar ministrando uma oficina de customização, pra poder falar de sevirologia na moda, que é quando você procura por meio dos recursos que tem, ter acesso a algumas peças que são objetos de desejo. Como Evelina Barry ilustra perfeitamente neste vídeo tutorial:

Sou fã do trabalho dela! Pra mim, ela é uma seviróloga porque desenvolve covers das peças que gosta, e passa a técnica para seu público pela internet. Atualmente as pessoas sugerem novos tutoriais pelo twitter. Inspirador!

Essa foi a dica de hoje. Até o dia 24 irei postando outras ideias que poderemos fazer na oficina.

Até lá!!!

🙂