Celebrando aprendizados com Tom Zé!

tomze-maior

Yeeee… Nada como os movimentos da vida!!!! \o/

Pouco importa o que aconteceu no período de hiato até aqui!

Importa é o agora e o que segue!

Meu movimento é expansivo, e quase em silêncio, você que está aqui lendo, sentiu isso.

Então já que isso, pra mim, faz de você uma pessoa mais bacana, bora curtir esse som que eu dedico hoje a todos os meus! Como você!!! 😉

Tô bem de baixo pra poder subir
Tô bem de cima pra poder cair
Tô dividindo pra poder sobrar
Desperdiçando pra poder faltar
Devagarinho pra poder caber
Bem de leve pra não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Eu tô te explicando
Pra te confundir
Eu tô te confundindo
Pra te esclarecer
Tô iluminado
Pra poder cegar
Tô ficando cego
Pra poder guiar

Suavemente pra poder rasgar
Olho fechado pra te ver melhor
Com alegria pra poder chorar
Desesperado pra ter paciência
Carinhoso pra poder ferir
Lentamente pra não atrasar
Atrás da vida pra poder morrer
Eu tô me despedindo pra poder voltar

Compositor: Tom Zé

Genial, né?!!!! hahahaha…

O daora da linguagem poética é que a escrita se tornando arte, também dá margem a inúmeras interpretações!

Cada momento em que prestamos atenção num texto desses, nos remete a algo diferente!

Hoje me deu força! Nutriu o que eu trago nos devaneios que vivo e nas conversas que tenho!

Tudo válido! Muito válido! E com o delicioso senso de humor de sempre!!!

♪ ♫ ♪ ♫

Vi também essa apresentação ao vivo dele com o Moska, que eu também aaaaamoooo,

se liga aí!

Eeeeita…

É isso então!

…E esteja atento! A todo tempo estamos te confundindo!!! hahahaha…

É que sempre há um universo maior por trás das intenções de todo artista!!!

Beijo e até a próxima ins-piração!!!

Descobrindo Bantu

Quanto mais fico sabendo sobre a filosofia e cultura dos povos bantu, mais encantada fico. Obvio que a filosofia destes povos vai muito além das simples citações que destaquei aqui. E o motivo do destaque é o respeito que se tem às práticas artísticas/artesanais. Li em algum lugar em minhas pesquisas, que para os povos africanos, as pessoas que produzem peças, sejam de qual material forem, são muito respeitadas por todos, por acreditar-se que esta pessoa é detentora de uma conexão direta com os mestres antepassados. Toda arte é feita em nome de algo maior. E há uma simbologia em tudo.

“Segundo a filosofia bantu, o mundo é uma hierarquia de forças: ordem, desordem, caos, energia e os homens são capazes de manipular todas essas forças, necessitando para tal, de certos suportes materiais.”

Do livro: Arte Africana & Arte Afro-Brasileira / Autoras: Dilma de Melo Silva e Maria Cecília Felix Calaça / p. 34

“Todo ser humano constitui um elo vivo na cadeia das forças vitais: um elo ativo e passivo, ligado em cima aos elos de sua linhagem ascendente, e sustentando abaixo de si, a linhagem de sua descendência. Consoante esses princípios, todos os seres vivos e mortos, se inter-relacionam e influenciam. E a influência da ação de forças tendentes a diminuir a energia vital se neutraliza através de práticas que façam interagir harmonicamente todas as forças criadas e postas à disposição do homem pelo Ser Supremo. Na África e na Diáspora: Afirmando a existência entre os povos estudados, de uma filosofia fundamentada numa metafísica dinâmica e numa espécie de vitalismo, o livro do padre Tempels fornece a chave da concepção tradicional concepção de mundo entre boa parte dos povos negro-africanos. Nela, a noção de força toma o lugar da noção de ser e, assim, toda a vida é orientada no sentido do aumento dessa força e da luta contra a sua perda ou diminuição. Integrado no jogo de forças completas, o africano está permanentemente se defendendo contra as forças destrutivas, colocando a seu serviço a energia dos objetos, dos animais, dos vivos e dos mortos, a fim de se preservar e crescer como indivíduo.”

Do livro: Diáspora Africana / Autor: Nei Lopes / p. 529

Entre tantas possibilidades, foi olhando algumas imagens do livro “Africa Adorned” que despertaram ideias para usar o que tinha próximo a mim para criar adornos carregados de força e sensibilidade.

Angela Fisher_Africa Adorned
Do livro: Africa Adorned / Autora: Angela Fisher
Angela Fisher_Africa Adorned
Do livro: Africa Adorned / Autora: Angela Fisher
Angela Fisher_Africa Adorned
Guerreiro da tribo Maasai, no Kenia. Fotografado na década de 1970 por Angela Fisher

No caso, o que estava próximo não eram exatamente materiais extraídos diretamente da natureza, mas alguns como retalho, descartados pelo homem, e prontos a se transformarem em outra coisa.

Comecei com o arame fazendo vários arcos para serem usados como um colar. Desta forma, o colar é composto de quatro arcos de tamanhos variados.

colar woman_sannalber®

colar woman_sannalber®

colar kolokota 1_sannalber®

Com retalho, linha de crochê e arame foi feito este colar. O qual eu imprimi a simbologia de coragem nele para quem usar. Pode ser usado tanto por homens quanto mulheres.

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Trabalhos em Arame

A história com os trabalhos em arame galvanizado começaram em 2010 no 1º semestre da faculdade com uma escultura expressionista.

escultura em arame by Sannalber

Quando consegui fazer, acreditei que muitas coisas eram possíveis a partir dali.

Gosto do visual, do efeito desproporcional, do brilho…

Sigo fazendo hoje peças como brincos, anéis e pingentes.

Depois de ter me empolgado fazendo os expositores para brincos e os porta cartões.

Fora as experiências que não deram muito certo, como o tripé para câmera (rs). Normal. Parte do processo sevirológico.

Comprei uma solda que não soldava, mas continuo na busca por uma solda boa pra melhorar os acabamentos.

Na galeria abaixo, imagens do que eu ando aprontando.

((((Clique para ampliar as imagens))))

 

SP ECOERA

Geeeeente… quanto tempo! Meu Deus! Até levei bronca da minha sobrinha por ficar tanto tempo sem postar nada.

Nesta volta venho mostrar pra vocês duas exposições que tem tudo a ver com customização.

E por terem me impressionado e ficado em minha memória, não poderia deixar de compartilhá-las aqui.

Elas fizeram parte do evento SP Ecoera que aconteceu na Escola São Paulo no último final de semana de setembro deste ano.

Os artistas responsáveis pelas obras são Gustavo Silvestre e Luiz Parisi ambos estilistas com um trabalho que valoriza os materiais naturais e os reaproveitados. Vale a pena conhecer o trabalho deles!

 

O evento SP Ecoera proporcionou diversas oportunidades de troca de ideias sobre moda e sustentabilidade. Foram realizadas oficinas, debates, performance e exposições em três dias de programação.

É sempre uma ótima experiência estar envolvida com pessoas que estão pensando à frente, trabalhando com projetos que propõem ideias inovadoras, e tudo rodeado por um ambiente que respira arte e beleza (porque é fundamental)!

Assim foi este evento, cheio de aprendizados e muitos insights!

Especial como outros que também amo participar, e não deixarei de colocar a cobertura dos próximos aqui.

Mais informações sobre a iniciativa deste evento e o projeto que está trabalhando nesta causa, no site http://sersustentavelcomestilo.com.br/

Criação do dia #2: Restos

“Restos” traz uma expressão do triste querendo tornar-se alegre.
Exausto, ressuscita do quase nada e aproveita o que tem para
criar-se novo.
O olhar vacilante que possui um brilho quase invisível de esperança.
Ele quer!

 

Quadro feito com retalhos sobre malha, costurado à moldura interna em arame. 25cm X 31cm by: Sannalber (Embu das Artes - SP)
Quadro feito com retalhos sobre malha, costurado à moldura interna em arame. 25cm X 31cm
by: Sannalber (Embu das Artes – SP)

 

Materiais: retalhos de roupas antigas, tinta para tecido, cola para tecido, linha de costura, linha de crochê, paetês, e arame para o suporte.

 

Projeto “O Despertador de Insights”

Agora é real, meus amigos! Começa a ser colocada em prática uma ideia que há algum tempo povoava minha mente, e que já havia contado com a aprovação de gente importante para mim, como Reinaldo Pamponet (da rede ItsNoon) e o pessoal da iniciativa IAM da Anhembi Morumbi.
A proposta desde o início é muito simples, e seu sucesso depende apenas da participação das pessoas envolvidas. Estaremos juntos criando a força que vem da união e assim crescendo em criatividade e ação, consequentemente aplicando em nossos projetos pessoais.
Este é o vídeo convite pra todos: (((((IMPORTANTE: O HORÁRIO É A PARTIR DAS 13H E NÃO DAS 11H COMO FALA NO VÍDEO)))

Quando?
Aos sábados!
Onde?
No CRJ – Centro de Referência da Juentude
Rua Rebolo Gonzales 185
Cercado Grande – Embu das Artes
Que hora?
Nesse sábado, 11/08 será a partir das 13h!
Tem algum contato?
o e-mail: despertador.crj@gmail.com
!!!!