Oficina de Customização na Anhembi Morumbi –errata–

No post anterior publiquei que seria na sala 43 do campus Morumbi.

Hoje saiu a divulgação e vi que na verdade é na 53.

A oficina é gratuita e destinada aos alunos da universidade, de todos os campus.

Pessoas de fora, somente com prévia autorização.

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Como a divulgação no pdf enviado aos e-mails do alunos saiu com alguns erros, não escolham por lá.

Indo direto ao link das inscrições, é possível encontrar esta oficina corretamente.

Apenas é importante lembrar que é preciso levar a peça que deseja customizar.

Na dica de hoje, compartilho esta ideia da Anneorshine com sapatos.

Uma maneira muito simples de trazer informações de tendência para uma peça que você já tem há algum tempo.

E em caso de outras dúvidas, entrem em contato comigo via comentários aqui.

Obrigada,

e até lá!

🙂

Trabalhos em Arame

A história com os trabalhos em arame galvanizado começaram em 2010 no 1º semestre da faculdade com uma escultura expressionista.

escultura em arame by Sannalber

Quando consegui fazer, acreditei que muitas coisas eram possíveis a partir dali.

Gosto do visual, do efeito desproporcional, do brilho…

Sigo fazendo hoje peças como brincos, anéis e pingentes.

Depois de ter me empolgado fazendo os expositores para brincos e os porta cartões.

Fora as experiências que não deram muito certo, como o tripé para câmera (rs). Normal. Parte do processo sevirológico.

Comprei uma solda que não soldava, mas continuo na busca por uma solda boa pra melhorar os acabamentos.

Na galeria abaixo, imagens do que eu ando aprontando.

((((Clique para ampliar as imagens))))

 

Cobrindo uma estampa com retalhos

Olá!

Cobrir estampas com retalhos é uma das coisas que mais gosto de fazer em customização.

Podemos compor misturas interessantes, propondo um novo aspecto para a roupa sem interferir na modelagem da peça.

Você continua com a roupa que curte, só que de estampa nova. E única!

Pode ser também uma boa forma para solucionar acidentes como manchas, fio puxado, ou similares.

E colocando a criatividade pra funcionar, por que não inserir o retalho fazendo uma interação com a estampa já existente?

Neste caso eu cobri a estampa de coração, mas não trabalhei os retalhos muito em função da forma da estampa. Preferi manter o formato de alguns que ultrapassavam um pouco a linha limite.

São várias possibilidades. Customizar é usar os materiais disponíveis para fazer sua própria interferência na peça.

É misturar à vontade!

Praticando o exercício do senso estético (combinações e composições) e de sentir o que você deseja carregar em seu corpo.

 

Enjoy! 😉

Vocês podem tuitar, recomendar, e colocar nos comentários suas opiniões!

Valeeeu!!!

Colar de Fuxico

Fiz este colar semana passada e como recebeu vários comentários quando saí com ele por aí, compartilho agora com vocês como ele surgiu.

É um colar que decidi fazer ao ver este retalho dourado tão brilhante, porém pequeno.

Por ser pequeno, precisava usá-lo em um acessório.Pensei em algo com fuxico.

Então fiz um colar e usei botões dentro para dar peso.

Eis as fotos do processo:

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Customização no Design de Moda

No terceiro semestre da faculdade tivemos como tema do projeto interdisciplinar, “Design de Moda e Sociedade”. O projeto foi desenvolvido em grupo, e como sempre houve muita troca e aprendizado. Fiquei satisfeita por ter a sugestão de trabalhar com jeans aceita, e aqui eu compartilho um pouco de como foi este processo, por meio das fotos publicadas no link no final deste post, e do texto a seguir:

Muitas vezes, as revoluções no design ocorrem motivadas por mudanças sociais, políticas e comportamentais de um período. Observando este fenômeno, elegemos para um estudo mais aprofundado, a expressão do Art Déco, e nele encontramos o objeto de estudo nos cartazes de jazz dos anos 1920, que nos ofereceu informações visuais e do modo de vida das pessoas naquela época. O movimento Art Déco se manifestou com mais força no período entre primeira e segunda guerra mundial, influenciado por movimentos de vanguarda como cubismo, construtivismo e futurismo entre outros, e com sua expressão, gerou a identidade visual não só da moda, mas da arquitetura, do mobiliário e também das artes gráficas que marcaram os anos 1920 e 1930.

Tendo em mãos estes elementos e refletindo sobre esta realidade, chegamos ao Carpe Diem; uma expressão em latim, divulgada pelo poema “Odes I” (I, 11, 8) do poeta romano Horácio (65 – 8 a.C). Segundo PENNA, (2008 p.165), aponta “…a lição do carpe diem, em sua prática de aproveitar o melhor que a vida oferece sem se preocupar com o amanhã.” Se torna um conceito para o presente projeto.

Sabemos que nos tempos atuais deste século XXI, esta oportunidade de aproveitar um dia inteiro da maneira que mais lhe apraz, é algo muito desejado e para muitos, até um sonho de consumo. Isto devido à elevada necessidade e cobrança para que o ser humano seja produtivo para a sociedade. Desta forma o tempo é destinado em sua maioria ao cumprimento de obrigações, e finalmente o tempo para viver o melhor que a vida oferece é tratado como supérfluo, uma necessidade menor, um luxo.

As pesquisas baseadas no conceito nos levaram a encontrar o tecido chifon poliester+seda, na cor nude, que traz a ideia de naturalidade, e também o denim (jeans), em várias lavagens diferentes. Este último tão presente no dia a dia do nosso público, aparece aqui de forma inovadora num vestido composto por encontros de retalhos em tons contrastantes do mesmo denim, compondo um visual que propõe a sensação de que a roupa conta histórias. Isso é intensificado com a pedraria também em formatos e cores variadas, que foram pesquisadas a encontro do objetivo de demonstrar o valor inestimável do tempo.

Optamos por usar diversos elementos em pedraria, devido ao valor do tempo e sua passagem acelerada na rotina nos dias atuais, passando despercebido pela maioria das pessoas que não têm condições de aproveitá-lo com mais qualidade. Por este motivo, este valor que o brilho traz, não é exibido por completo, aparece sob a camada de tecido do vestido sobreposto, que deixa entrever a resplandecência sem mostrar completamente.

 

Este é o painel que ilustra o percurso de nossa pesquisa e desenvolvimento

O making off completo, e com mais referências, em fotos no link: https://picasaweb.google.com/101806857711897754485/ProjetoInterdisciplinar3Semestre2012

 

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Estou endurecendo.
A alma.


Em reação ao que vejo e descubro realidade.
Muitos absurdos que rapidamente se tornam normais.
Telejornais.
Petrificam-se tal como o coração da humanidade
graffiti by 6emeia

que pisa sobre chãos
cada vez mais duros,
mais distantes da terra
nem um pouco mais perto do céu.

Não se nota o pôr do sol
Não se nota a lua
Não se nota os animais
Não se nota a si própri@.

Julgamentos. Constantes.
Comparações vindas de parâmetros
que sequer foram submetidos
a qualquer tipo de análise.

“AI DO HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM”

Construtores dos muros sujos
nos quais rompemos janelas,
portais de cor
escape da Babilônia,
da Concret Junge.

Qual é o meu trabalho com _MODA

Customizando
Na exposição “Uma Roupa Que Não Serve Mais”

Moda é cultura.

E é esse lado cultural da moda
que eu busco trabalhar,
trazendo ao grande público
a moda consciente
de forma acessível,
tanto no adquirir quanto no produzir;
de uma moda customizada
que resgata identidades,
ao invés de coisificar
personalidades e sentimentos
supervalorizando o glamour e o ter.
Porque todos somos.
E queremos ser o tempo todo!
Nos pensamentos,
Nas palavras,
Nas ações,
E nas roupas, que são a forma como
nos apresentamos ao mundo.